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Alert Brasil cresce 34% no primeiro semestre

Publicado em 06/09/2011 por Redação

Novo perfil da classe C movimenta consumo e estimula crescimento das operações de atendimento. Terceirização de infraestrutura em alta sinaliza tendência para este mercado, de acordo com Ricardo Fernandes Pimenta, sócio-diretor da empresa

O crescimento registrado pela Alert Brasil no primeiro semestre de 2011 já supera os 34%, se comparado com o mesmo período em 2010. No último ano, a empresa cresceu 40%, e projeta superar a meta de 50%, estipulada no final do ano passado.

De acordo com Ricardo Fernandes Pimenta, sócio-diretor da empresa, este crescimento se deve principalmente a ampliações de projetos na carteira de clientes e novas parcerias. “Entre o portfólio da empresa estão os serviços de help desk, telemarketing ativo e receptivo para vendas, pesquisas e cobrança, além de SAC, campanhas promocionais, e outros”, destaca.

Atualmente a atenção da empresa está voltada para o mercado de infraestrutura, onde os investimentos em melhoria de processos internos para os clientes atuais, e infraestrutura para novos clientes, ultrapassa o valor de R$ 1,5 milhão. “Investimento esse que terá o retorno garantido nos próximos três anos”, completa.       

Destaca-se que nos últimos três anos o crescimento da Alert Brasil ultrapassou o crescimento médio do setor, e foi um dos fatores que motivou a recente expansão da sede administrativa e financeira em Campinas, a cerca de 80 km da capital paulista. “Desde a sua fundação, no ano 2000, a empresa apresenta crescimento linear e contínuo em seu faturamento, justificado pela qualidade dos serviços prestados junto aos seus clientes”, assegura Ricardo.

Setor acompanha ascensão
Em paralelo, o setor de Telemarketing, Marketing Direto registrou crescimento de 3%, nos seis primeiros meses de 2011, nos negócios realizados no Estado de São Paulo. A previsão da Sintelmark (Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos) é de que o segmento encerre o ano com expansão de 8% em seu faturamento. Em 2010 o setor faturou R$ 10 bilhões em 2010, sendo que R$ 5,9 bilhões, mais da metade do faturamento nacional das empresas terceirizadas, foi obtido somente no estado de São Paulo.

A projeção para oportunidades de trabalho no Contact Center paulista é de 50 mil novas vagas em 2011, de acordo com a Sintelmark. Atualmente as operações de Contact center terceirizadas empregam 514 mil pessoas no Brasil, destes, 310 mil em São Paulo, segundo o sindicato.

 

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