Plataforma permite que bancos atuem na web 2.0
Integração, segurança e flexibilidade são alguns dos principais aspectos que a desenvolvedora inclui na sua estratégia para implementar o sistema em bancos varejistas
A geração Y mudou a forma com que as empresas devem se comunicar com seus clientes. A interatividade permitida pela internet, a facilidade do acesso online e as mudanças culturais promovidas por essa nova geração, forçam alguns segmentos a apostarem em novas ferramentas para fidelizar seus clientes, e os bancos também entram nessa onda.
De olho neste movimento, a GFT, empresa internacional de TI especializada no setor financeiro, apresenta no Brasil sua proposta de plataforma para atender projetos de introdução à Web 2.0 no sistema bancário. Para isso, é necessário partir de duas principais premissas: a primeira é uma visão geral do que a nova tecnologia da Internet pode trazer à instituição financeira e a segunda é uma compreensão profunda dos processos e sistemas existentes para suportar esta estratégia. Estas definições serão as bases para transformar os procedimentos em atividades realmente sustentáveis, que trarão valor a partir da adoção deste modelo de negócio.
“Trabalhando em conjunto com o cliente, podemos guiar o processo para alcançar esta evolução, além de suportar a demanda quanto à capacidade técnica, ajudando-o na obtenção dos benefícios com a adoção da interatividade”, ressalta Carlos Eres, diretor geral da GFT do Sul da Europa e Américas. Se o objetivo é fortalecer os laços entre os clientes e os serviços oferecidos pelos bancos, a integração é o tema principal da Web 2.0.
Em nota, a GFT afirma que a plataforma para Web 2.0 envolve desde a manutenção dos elevados requisitos de segurança, até o apoio para que a flexibilidade e as funcionalidades desta nova arquitetura não sejam prejudicadas pelo alto controle que essas instituições necessitam.
“A disponibilidade de uma ferramenta de busca, como a do Google, na página inicial da instituição financeira, assim como uma área de chat, que permita aos bancos aprender e reagir rapidamente às demandas dos clientes, quando for necessário, é uma postura ativa na comunicação e uma maneira excelente de interagir e se antecipar às exigências deste novo consumidor, transformando a relação num serviço rentável para a companhia”, conclui Eres.

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